PSDB deve ficar neutro no segundo turno.

Os tucanos estão divididos e demonstram dificuldade de definir a qual dos dois candidatos apoiarão; pode ser a primeira vez desde 2002 em que não figurarão no segundo turno.

O Partido da Social Democracia Brasileira protagonizou as eleições dos últimos anos no país, sempre enfrentando o PT no segundo turno. A menos de uma semana das eleições, o cenário não é nada confortável para a legenda, que perdeu o monopólio do antipetismo e vê reduzidas suas chances de continuar no pleito. Diante disso, o PSDB se prepara para um cenário em que esteja fora da disputa pelo poder.

Segundo o Valor Econômico, em publicação feita na  segunda-feira (1), a legenda se manterá neutra no segundo turno, liberando os filiados. “A campanha de Geraldo Alckmin está com infiltração bolsonarista no telhado e nas paredes”, diz o texto, “mas o PSDB deve liberar o voto de seus militantes no segundo turno, se o candidato do partido ficar pelo caminho”.

A nota menciona que tanto Jair Bolsonaro (PSL) quanto Fernando Haddad (PT) têm dificuldades para atrair o apoio dos tucanos. Haddad, no entanto, teria a simpatia dos tucanos mais velhos, enquanto Bolsonaro teria a aprovação de quem “está na rinha eleitoral”.

 

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